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Emagrecer não é o mesmo que perder peso: entenda a diferença

Cuidado ao emagrecer! Perder músculo é um risco silencioso que afeta força e articulações. Saiba como emagrecer com saúde.

Você sabia que perder peso rápido demais, você também está perdendo massa muscular? 

Esse é um dos grandes erros de olhar apenas para a balança. O número pode cair, mas isso não significa necessariamente que o corpo está melhor.

Ortopedista explica por que a perda de peso precisa preservar músculo, proteger articulações e considerar os impactos na pele e no contorno corporal-| Foto: (Reprodução/Internet)

Além disso, a idade também interfere no processo. Depois dos 30 anos, a preservação muscular se torna ainda mais importante, porque o organismo já tende naturalmente a perder massa magra com o passar do tempo.

Quando esse processo é acelerado por um emagrecimento mal conduzido, o paciente pode perder força, sustentação, disposição, qualidade corporal e proteção para as articulações.

Segundo o Dr. Fábio Urquiza, ortopedista da clínica Skinstitute, emagrecer bem exige uma visão mais ampla do corpo. “O objetivo não pode ser apenas reduzir peso. O paciente precisa perder gordura, preservar músculo e manter um corpo funcional”, explica.

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Você pode perder peso, mas é preciso cuidado

A massa muscular tem um papel muito maior do que a maioria das pessoas imagina. Ela participa do gasto energético, da força, da postura, da estabilidade articular e da autonomia ao longo da vida.

Por isso, quando o paciente emagrece perdendo músculo em excesso, o resultado pode ser enganoso. A balança melhora, mas o corpo pode ficar mais fraco, mais flácido, menos ativo e com pior capacidade de sustentar o próprio movimento.

Para um ortopedista, esse ponto é central. Músculo não é apenas estética. É estrutura. É proteção articular. É independência física.

“Quando o paciente perde massa muscular junto com gordura, ele pode piorar justamente aspectos que deveriam melhorar com o tratamento, como disposição, dor, firmeza corporal e capacidade de se movimentar bem”, afirma Dr. Fábio.

Não evite acompanhamento no processo

O emagrecimento bem conduzido não depende apenas de prescrever uma medicação. Ele exige estratégia nutricional, controle de proteína, estímulo muscular, avaliação da composição corporal e ajustes ao longo do processo.

Na Skinstitute, o acompanhamento inclui plano alimentar personalizado, metas de calorias e proteína, orientação de treino, bioimpedância seriada, ajustes frequentes e, quando indicado, uso de medicações em doses individualizadas.

Essa proximidade permite identificar precocemente quando o paciente está perdendo massa magra demais, treinando pouco, comendo pouca proteína ou tendo uma resposta abaixo do esperado.

“Não adianta descobrir depois de meses que o paciente perdeu peso, mas perdeu músculo demais no caminho. Esse controle precisa acontecer durante o processo”, reforça.

Flacidez não deve ser tratada só depois

Outro ponto importante é que o emagrecimento também muda a pele e o contorno corporal. Quando há perda de gordura, especialmente em maior volume ou em menor tempo, pode haver piora da flacidez, alteração da firmeza da pele e perda de definição corporal.

Por isso, o cuidado não deve começar apenas depois que o paciente emagreceu. A estratégia já precisa considerar, desde o início, como reduzir os efeitos negativos da perda de peso na qualidade da pele e na composição corporal.

Na Skinstitute, o fato de o tratamento acontecer dentro de uma clínica que também conta com dermatologia permite uma abordagem mais completa. Enquanto o acompanhamento conduz a perda de gordura e a preservação muscular, os recursos dermatológicos e tecnologias corporais podem ser associados para melhorar a firmeza da pele e o contorno corporal.

Entre as tecnologias utilizadas estão a radiofrequência NuEra, voltada para qualidade da pele e flacidez, e o campo eletromagnético de alta intensidade, usado como recurso complementar de estímulo muscular.

Ortopedia, emagrecimento e dermatologia: a união perfeita

O paciente não vive o emagrecimento em partes separadas. A perda de peso muda o metabolismo, a força, a pele, a postura, a dor articular, a autoestima e a forma como o corpo responde ao treino.

Por isso, a combinação entre ortopedia, emagrecimento e dermatologia cria uma vantagem importante. O tratamento não olha apenas para quantos quilos foram perdidos, mas para o que foi perdido, o que foi preservado e como o corpo está respondendo.

Essa visão é especialmente relevante para quem quer emagrecer sem perder vitalidade, sem piorar a flacidez e sem comprometer a massa muscular.

“Emagrecer bem é diferente de simplesmente pesar menos. O resultado precisa aparecer na balança, mas também na força, na disposição, na qualidade da pele, na dor e na capacidade de manter uma vida ativa”, conclui Dr. Fábio.

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Por: Maraísa Bueno

Fonte: Dr. Fábio Urquiza, ortopedista da clínica Skinstitute

Transcrito: https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/emagrecer-nao-e-o-mesmo-que-perder-peso-entenda-a-diferenca/

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