Benefícios do kiwi: por que essa fruta de poucas calorias ajuda no sono, na imunidade e no intestino
O kiwi concentra fibras, vitamina C e compostos antioxidantes, além de poder fazer parte de diferentes preparações do dia a dia
O kiwi é uma fruta de baixo valor calórico que reúne uma quantidade significativa de nutrientes em uma porção relativamente pequena. Além de fornecer vitamina C e fibras, ele contém compostos bioativos associados à ação antioxidante e ao funcionamento do organismo. Entre os possíveis efeitos relacionados ao consumo da fruta estão o auxílio ao trânsito intestinal, o suporte à função imunológica e uma possível contribuição para a qualidade do sono.
kiwi – | Foto:(Reprodução/Internet)
Por causa desse perfil nutricional, a fruta pode ser incluída de diferentes maneiras na alimentação, seja consumida pura, em saladas de frutas, bebidas ou receitas. O sabor também varia conforme a variedade, o que permite escolher entre opções mais ácidas ou mais doces.
De acordo com os dados nutricionais apresentados na referência consultada, 100 gramas de kiwi fornecem 59 calorias. Na mesma quantidade, a fruta apresenta 12,7 gramas de carboidratos, 1,25 grama de proteínas, 1 grama de gorduras e 2,92 gramas de fibras.
A vitamina C é um dos principais destaques. São 70,8 miligramas do nutriente em 100 gramas, quantidade que contribui para a função imunológica e também está relacionada à ação antioxidante do organismo.
O kiwi ainda fornece vitamina E, vitamina A, cálcio e ferro. Embora esses nutrientes apareçam em quantidades diferentes, o conjunto ajuda a explicar por que a fruta é considerada nutricionalmente interessante.
É importante, porém, não interpretar o baixo valor calórico como uma garantia de emagrecimento. O controle do peso depende do conjunto da alimentação, além de outros fatores individuais. O kiwi pode ser uma opção de fruta dentro de uma alimentação equilibrada, mas não existe um alimento isolado capaz de determinar esse resultado.

Conheça a nossa linha de produtos na pagina em exibição no INSTAGRAM clique na imagem acima
Fibras fazem diferença para o intestino
Um dos pontos de destaque do kiwi está na quantidade de fibras. Esses componentes da alimentação ajudam no funcionamento intestinal e também podem contribuir para a sensação de saciedade.
A presença de fibras faz com que a fruta seja uma alternativa para quem busca aumentar o consumo desses nutrientes ao longo do dia. A alimentação adequada para o intestino, no entanto, não depende apenas de uma fruta específica. Hidratação e variedade alimentar também fazem parte dos cuidados necessários para manter um bom funcionamento digestivo.
O kiwi também contém actinidina, uma enzima que participa da digestão de proteínas. Estudos sobre a fruta relacionam esse componente a efeitos no processo digestivo.
Outro aspecto citado em materiais sobre a composição do kiwi é a presença de substâncias que podem favorecer a motilidade intestinal. Por isso, a fruta pode ser interessante especialmente para pessoas que têm tendência à constipação, sempre considerando o contexto geral da alimentação.
Vitamina C contribui para a imunidade
A relação entre kiwi e imunidade está principalmente ligada à vitamina C. Esse nutriente participa do funcionamento do sistema imunológico e também exerce função antioxidante.
Os antioxidantes ajudam a proteger as células contra danos provocados por processos de oxidação. O kiwi não depende apenas da vitamina C para apresentar esse perfil, já que também possui outros compostos bioativos, entre eles polifenóis.
Isso não significa que comer kiwi impeça infecções ou substitua cuidados médicos. A função imunológica depende de diversos fatores, como alimentação, sono, atividade física e condições individuais de saúde. A fruta pode contribuir para a ingestão adequada de nutrientes, mas não deve ser tratada como medicamento.
O que o kiwi tem a ver com o sono?
O sono é outro aspecto associado ao consumo da fruta. O kiwi contém compostos como melatonina e serotonina, que foram apontados como possíveis fatores relacionados à regulação do ritmo circadiano e à qualidade do descanso.
A associação, contudo, não significa que o kiwi funcione como um tratamento para insônia. Problemas persistentes para dormir podem ter diversas causas e precisam ser avaliados individualmente.
Para quem já gosta da fruta, incluí-la na alimentação pode ser uma alternativa simples dentro de uma rotina que também priorize horários regulares, ambiente adequado para dormir e redução de estímulos antes de ir para a cama.
Existem diferentes tipos de kiwi
Quem encontra kiwis no supermercado pode perceber diferenças consideráveis entre as frutas. Existem variedades com polpa verde e outras de tonalidade mais amarelada, além de diferenças de sabor e textura.
Entre os tipos comercializados no Brasil estão Abbot, Bruno, Hayward, Monty, MG, Golden e Kakihara. Também há frutas importadas de países como Argentina, Chile, Espanha, Grécia, Itália, Portugal e Nova Zelândia.
De acordo com a nutricionista Marianne Rocha, citada no conteúdo de referência, as variedades apresentam valores nutricionais semelhantes. As diferenças mais perceptíveis estão relacionadas à aparência e ao sabor. O Hayward tende a ser mais ácido, enquanto o Golden apresenta perfil mais doce e tropical.
Como incluir o kiwi na alimentação
A fruta pode ser consumida de maneira bastante prática. Uma das opções é comer a polpa diretamente, depois de retirar a casca e cortar o kiwi em pedaços.
Também é possível partir a fruta ao meio e retirar a polpa com uma colher. Outra alternativa é acrescentá-la a saladas de frutas, preparar sucos ou utilizá-la em receitas doces e bolos.
Para quem quer aumentar a presença de fibras na alimentação, comer a fruta inteira é uma opção diferente de transformá-la em suco. A escolha da forma de consumo pode variar conforme os hábitos e as necessidades de cada pessoa.
O kiwi também combina com ingredientes comuns no café da manhã. Uma preparação com aveia, chia, leite ou bebida vegetal e kiwi, por exemplo, reúne diferentes fontes de fibras e pode ser deixada pronta na geladeira para o dia seguinte.
Uma opção para variar o cardápio
Além de ser consumido sozinho, o kiwi pode entrar em preparações que ajudam a diversificar o consumo de frutas durante a semana. Ele pode aparecer no café da manhã, como complemento de uma refeição ou em lanches.
Outra possibilidade é preparar uma bebida com kiwi e chá de camomila. A receita apresentada no material consultado utiliza uma xícara de 250 mililitros de chá de camomila, dois kiwis e uma colher de sobremesa de mel. Os ingredientes são batidos no liquidificador.
A principal vantagem de variar as formas de consumo é evitar que uma fruta seja incorporada à rotina sempre da mesma maneira. Assim, o kiwi pode dividir espaço com outras frutas e alimentos, contribuindo para uma alimentação mais diversificada.
Resumo:
O kiwi tem baixo valor calórico e fornece vitamina C, fibras e compostos antioxidantes. A fruta pode contribuir para o funcionamento intestinal e para a ingestão de nutrientes importantes, além de estar associada à qualidade do sono.
Compartilhe com os amigos essa matéria via:
WhatsApp Face Book e Telegram
Por: Beatriz Cresciulo é jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Em AnaMaria escreve sobre beleza, moda e bem-estar. Encontra inspiração em viagens, na música e na cultura pop para contar histórias que conectam pessoas e experiências.
Fonte: Marianne Rocha, nutricionista
Transcrito: https://revistaanamaria.com.br/alimentacao/beneficios-do-kiwi-por-que-essa-fruta-de-poucas-calorias-ajuda-no-sono-na-imunidade-e-no-intestino/


