Azeite de oliva: 8 mitos e verdades que vão mudar a sua forma de usar o ingrediente
Entenda os benefícios nutricionais e aprenda a escolher, cozinhar e conservar o ingrediente queridinho da dieta mediterrânea
Cada vez mais presente na mesa dos brasileiros, o azeite de oliva vai muito além de um simples tempero. Famoso por ser o pilar da dieta mediterrânea, o ingrediente reúne propriedades nutricionais valiosas e traz um toque especial de sabor a qualquer receita.
Nesse sentido, Eduardo Casarin, diretor da Filippo Berio no Brasil, destaca a dupla função do alimento: “Quando falamos de azeite, estamos falando de um ingrediente que reúne atributos nutricionais e gastronômicos. O ácido oleico e os compostos fenólicos estão entre os componentes que despertam o interesse da ciência, enquanto o aroma, o sabor, o amargor e a picância ajudam a definir a experiência à mesa.”
Descubra 8 mitos e verdades sobre o azeite de oliva. Veja dicas de nutricionistas para escolher o melhor produto, cozinhar sem medo e preservar os nutrientes – | Foto:(Reprodução/Internet)
Da mesma forma, a nutricionista Cintya Bassi, do São Cristóvão Saúde, reforça que a gordura monoinsaturada e os antioxidantes do azeite protegem a saúde do coração e do cérebro. Contudo, com a alta no consumo, surgem muitas dúvidas no supermercado.


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Desvendando os 8 mitos e verdades
Para ajudar você a fazer escolhas mais conscientes, reunimos o que é fato e o que é farsa sobre o azeite:
– É fonte de gordura boa (VERDADE): O ácido oleico (ômega 9) ajuda a equilibrar o perfil lipídico, reduzindo o colesterol ruim (LDL) e aumentando o bom (HDL).
– Azeites virgens e extra virgens têm mais antioxidantes (VERDADE): Obtidos por processos mecânicos, eles preservam compostos fenólicos com alto poder antioxidante.
– Quanto mais picante, melhor o azeite (MITO): A picância se deve aos compostos fenólicos, mas não serve como indicador isolado de qualidade.
– Pode ser usado para cozinhar (VERDADE): Ele vai bem em refogados, assados e grelhados. Apenas evite atingir o ponto de fumaça excessiva.
– Extra virgem é a única opção saudável (MITO): Embora tenha mais nutrientes, outros tipos de azeite podem compor uma rotina equilibrada de acordo com o uso.
– Vai além das saladas (VERDADE): Combina perfeitamente com massas, carnes, peixes, grãos, molhos e até sobremesas.
– Cor verde indica melhor qualidade (MITO): A tonalidade depende da variedade e da maturação da azeitona, não sendo critério de pureza.
– Amargor significa que o produto estragou (MITO): Em versões virgens e extra virgens, o amargor é um atributo sensorial natural e positivo.
A forma de conservação faz toda a diferença
Por outro lado, não adianta comprar um excelente produto se o armazenamento for inadequado. A luz, o calor, o contato com o ar e o passar do tempo aceleram a oxidação do azeite.
Portanto, guarde a garrafa sempre bem fechada e longe do fogão ou de pontos de luz direta. Em suma, como reforça Eduardo Casarin: “Mais do que saber se um azeite é mais suave ou mais intenso, é importante entender suas características e como elas se relacionam com a forma de consumo.”
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Por: Helena Gomes, Editora da Bons Fluidos e repórter da AnaMaria Digital. A jornalista já passou por Estadão, Band, e também foi estagiária na Editora Perfil
Fonte: Eduardo Casarin, diretor da Filippo Berio no Brasil,
Transcrito: https://revistaanamaria.com.br/alimentacao/azeite-de-oliva-8-mitos-e-verdades-que-vao-mudar-a-sua-forma-de-usar-o-ingrediente/


