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Pão do mercado: como escolher a opção mais saudável no dia a dia

Presença quase obrigatória na mesa dos brasileiros, o pão atravessa refeições —do café da manhã ao jantar. No supermercado, ele aparece em versões que prometem agradar a todos os perfis: integral, branco, com grãos, sem glúten, light. O desafio é entender, em meio a tantas embalagens, qual delas realmente faz bem à saúde.

Como escolher um bom pão?

Avalie a lista de ingredientes antes de escolher qual pão comprar | Foto: (Reprodução/Internet)

Avalie a lista de ingredientes

Na sua forma mais simples, o pão leva apenas farinha, água, sal e fermento. Quando a lista de ingredientes cresce demais, isso costuma indicar a presença de aditivos, conservantes e melhoradores de farinha, usados para aumentar a durabilidade e padronizar textura e sabor. Produtos com excesso dessas substâncias entram na categoria dos ultraprocessados, cada vez mais associados a problemas metabólicos, cardiovasculares e inflamatórios. Quanto mais curta e compreensível a lista, melhor.

– Fique atento às gorduras

Gorduras são adicionadas ao pão para deixá-lo mais macio, mas nem todas são iguais. O óleo de palma, por exemplo, merece cautela por ser rico em gordura saturada. A melhor escolha são pães feitos com óleos vegetais poli-insaturados, como os de soja ou girassol.

– Cuidado com os rótulos

Frases de destaque no rótulo nem sempre refletem o que está dentro do pacote. Um pão pode anunciar dezenas de grãos, mas se eles aparecem no fim da lista de ingredientes, a quantidade é pequena. Para quem busca fibras que aumentam a saciedade e ajudam a controlar a glicemia, o ideal é comparar a tabela nutricional entre marcas e versões e escolher a que realmente entrega esse nutriente em boa quantidade.

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Estou de dieta: vale apostar em pão light ou sem açúcar?

Nem sempre. Um produto é considerado light quando apresenta redução de pelo menos 25% em alguns dos componentes — que pode ser gordura, sódio ou carboidrato. No caso do pão, essa redução costuma resultar em uma diferença calórica pequena, muitas vezes de apenas 30 kcal por porção. Além disso, diminuir ingredientes essenciais pode comprometer textura e qualidade da massa. Para quem quer emagrecer, controlar o número de fatias costuma ser mais eficaz do que trocar pelo pão light.

Sem açúcar não significa sem impacto

Pães rotulados como zero açúcar podem parecer mais interessantes para quem tem diabetes ou busca perder peso. Mas, no organismo, tanto o açúcar quanto o carboidrato da farinha são convertidos em glicose. Como a quantidade de açúcar usada na receita é pequena, sua retirada quase não altera o valor calórico final. O resultado é um pão com calorias muito semelhantes às versões tradicionais.

Três bons motivos para o pão continuar na sua mesa

1. Fonte prática de energia

Rico em carboidratos, o pão fornece glicose, principal combustível do corpo. É uma opção prática para o café da manhã ou antes da atividade física, quando o organismo precisa repor energia após horas em jejum.

2. Ajuda a bater a meta de fibras

Versões integrais contribuem para atingir a recomendação diária de fibras, em torno de 25 gramas por dia. Elas prolongam a saciedade, favorecem o controle do peso, melhoram o funcionamento intestinal e ajudam a reduzir o risco de câncer colorretal. A digestão mais lenta também evita picos de açúcar no sangue, o que é especialmente interessante para pessoas com diabetes ou resistência à insulina. Além disso, pães integrais oferecem mais vitaminas e minerais, como magnésio, fósforo e cálcio.

3. Alternativa para quem não pode consumir glúten

Pães feitos com farinhas sem glúten atendem às necessidades de pessoas com doença celíaca. Nos últimos anos, a indústria tem investido em receitas mais equilibradas, que vão além da exclusão do glúten e oferecem melhor perfil nutricional e sabor mais agradável.

*Com informações de reportagem publicada em 13/05/2021

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Por: Colaboração para VivaBem

Fonte: VivaBem

Transcrito: https://boaforma.abril.com.br/movimento/hidratar-corretamente-treino-verao/

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