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Iogurte natural ou grego? Veja como cada versão afeta sua dieta

O iogurte é um daqueles raros alimentos que transitam bem entre o café da manhã, o lanche da tarde e até como sobremesa. Popular, versátil e fonte de proteínas e cálcio, duas versões costumam ser as preferidas de quem consome no dia a dia: o natural integral e o grego. Ambos saciam, têm sabor neutro e parecem quase a mesma coisa mas não são. As diferenças estão na fabricação, na nutrição e no impacto sobre sua dieta.

Iogurte natural integral

Iogurte é alimento versátil e que entrega nutrientes importantes para a saúde | Foto: (Reprodução/Internet)

A jornada do iogurte natural começa com o leite sendo coalhado em máquinas para “quebrar” suas moléculas e redistribuir a gordura. Depois, ele passa por aquecimento entre 85°C e 95°C, etapa que elimina bactérias indesejadas. Em seguida, o resfriamento em torno de 37°C cria o ambiente perfeito para que as bactérias benéficas se multipliquem.

À medida que o meio fica mais ácido, as proteínas se unem e formam uma rede que agrega água e gordura. O resultado é o iogurte natural integral clássico: firme, leve e com um pouco de soro separável. O sabor é levemente azedo, mas suficientemente suave para ser consumido puro.

Iogurte grego

| Foto: (Reprodução/Internet)

A versão grega segue um caminho ligeiramente diferente. A receita leva mussalina, uma substância que impede que o leite coalhe mesmo após as fases de quebra molecular, aquecimento e resfriamento. Depois de pronto, o iogurte é coado ou decantado, processo que remove o soro e concentra a parte sólida.

O resultado não perde nada em termos nutricionais, mas ganha em textura: uma pasta densa, cremosa e com acidez característica. E, apesar do nome, o “iogurte grego” não tem relação direta com a tradição grega é um termo inventado nos Estados Unidos e exportado para o mundo.

Nutrientes e propriedades: como escolher o melhor

As diferenças de produção presença de mussalina, remoção de soro e intensidade das etapas industriais fazem com que as duas versões entreguem algumas diferenças nutricionais.

Em 100 gramas, o iogurte natural integral tem 74 kcal, contra 133 kcal do grego. O motivo está principalmente na composição: o grego concentra mais açúcares e gorduras. São 7,5 g de gorduras totais (5,1 g saturadas) no grego, contra 4,1 g de gorduras totais (1,9 g saturadas) no natural integral. Nos carboidratos, a diferença também pesa: 15 g no grego e 5 g no natural.

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Se a ideia é controlar o peso ou seguir uma dieta de emagrecimento, o natural integral tende a ser a escolha mais estratégica.

Embora muito se fale sobre o iogurte grego ser mais rico em proteínas, a diferença é discreta: 5,4 g no grego contra 4 g no natural integral insuficiente para ser determinante na escolha. O mesmo vale para o sódio, com 40 mg no grego e 51 mg no natural.O cenário muda quando o assunto é cálcio. A concentração maior no grego, com cerca de 200 mg por porção de 100 g (contra 140 mg no natural), o torna mais interessante para quem prioriza a saúde óssea e a prevenção da osteoporose.

Independentemente da versão escolhida, vale atenção ao rótulo. Ingredientes 100% naturais e sem adição açúcar, conservantes, estabilizantes e espessantes são sinais de qualidade.

*Com informações de reportagem publicada em 25/02/2021

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Por: Colaboração para VivaBem

Fonte: VivaBem

Transcrito: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/12/12/iogurte-natural-ou-grego-veja-como-cada-versao-afeta-sua-dieta.htm

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