Como saber se o ovo está estragado? Teste simples ajuda a identificar
Consumir ovos fora do prazo ou mal conservados pode provocar intoxicação alimentar e outros problemas de saúde. Por isso, aprender a identificar quando eles já não estão próprios para o consumo é uma medida simples e eficaz de prevenção.
A seguir, veja como reconhecer sinais de deterioração e quais erros evitar no armazenamento e no preparo desse alimento tão comum na mesa dos brasileiros.
Como identificar um ovo ruim
Detalhes na conservação fazem diferença na qualidade dos ovos | Foto: (Reprodução/Internet)
Os ovos têm boa durabilidade, que costuma girar em torno de 15 dias, conforme indicado na embalagem. Se colocados imediatamente na geladeira, podem permanecer por mais três a cinco semanas, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Ainda assim, são alimentos sensíveis à contaminação. O primeiro alerta está na casca: ovos rachados não devem ser consumidos, pois as fissuras facilitam a entrada de micro-organismos.
Um teste clássico ajuda a avaliar: coloque o ovo cru em um copo com água. Se ele afundar e permanecer deitado, está fresco. Se ficar em pé, indica envelhecimento, mas ainda pode ser consumido. Já o ovo que boia deve ser descartado, pois a presença de gases no interior sinaliza deterioração.

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Outros sinais importantes também ajudam na avaliação:
– Gema e clara: ao quebrar o ovo separadamente, observe a consistência. Gema firme e centralizada indica frescor. Gema mais espalhada e clara muito líquida revelam um ovo mais velho, ainda utilizável. Odor desagradável ou gema rompida são sinais claros de que o ovo está estragado.
– Casca: além de rachaduras, manchas podem sugerir contaminação
Esses cuidados simples reduzem riscos e ajudam a garantir um consumo seguro
Como armazenar sem erros e riscos
A forma de guardar os ovos influencia diretamente sua durabilidade e segurança. Algumas práticas fazem toda a diferença:
– O local ideal é o interior da geladeira, preferencialmente nas prateleiras centrais, onde a temperatura é mais estável. A porta não é indicada, pois a variação térmica acelera a deterioração.
– Manter ovos fora da geladeira só é aceitável se o consumo ocorrer no mesmo dia da compra algo pouco comum, especialmente em regiões quentes.
– Transferir os ovos para um recipiente limpo e com tampa ajuda a reduzir o risco de contaminação. As embalagens originais costumam ser manuseadas por muitas pessoas e podem carregar sujeira e micro-organismos.
– Não se recomenda lavar os ovos antes de armazená-los. A casca possui uma película natural protetora que dificulta a entrada de bactérias e fungos. A lavagem remove essa barreira e aumenta a porosidade da casca.
– A higienização, quando necessária, deve ser feita apenas no momento do consumo. Se o ovo chegar sujo do mercado, o ideal é remover o excesso com papel-toalha seco, sem usar água.
Por que o cuidado é essencial
Ovos mal conservados se deterioram mais rápido, e o consumo de um ovo estragado cru, cozido ou frito pode ser perigoso. Ovos crus apresentam maior risco de contaminação por bactérias como a Salmonella, responsável por infecções intestinais importantes. O cozimento reduz esse risco, mas não elimina toxinas ou microrganismos já presentes em um ovo estragado.
O problema é que, após o preparo, cheiro e textura nem sempre denunciam a deterioração, o que torna a identificação mais difícil.
Sintomas de intoxicação alimentar por ovo estragado
– Náuseas e vômitos
– Dores abdominais
– Diarreia
– Febre
– Desidratação, nos quadros mais graves
*Com informações de reportagens publicadas em 25/06/2019, 19/08/2024 e 05/09/2024
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Por: Colaboração para VivaBem
Fonte: USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)
Transcrito: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/02/04/como-saber-se-o-ovo-esta-estragado-teste-simples-ajuda-a-identificar.htmm


