DICAS PARA SABER SINTOMAS, PREVENIR E TRATAR AS DOENÇAS FEMININAS

Banner de dentro dos postsPara ficar atenta à saúde da mulher, confira já 10 dicas para saber sintomas, prevenir e tratar as doenças femininas

Enxaqueca em mulheres aumenta o risco de derrame e infarto

Se as suas dores de cabeça são frequentes, veja a pesquisa sobre os riscos de derrame e infarto

Durante a reunião anual da Academia Americana de Neurologia, em Chicago (EUA), muito se falou sobre a enxaqueca. Segundo um grupo de pesquisadores, mulheres que têm a doença estão mais propensas a sofrer derrames e infartos.

As crises semanais parecem estar relacionadas a um risco três vezes maior de derrame, demonstram os cientistas. Já as crises menos frequentes podem apresentar risco uma vez e meia maior de infarto.

O estudo também verificou maiores riscos em pacientes que, durante a crise, enxergam um feixe de luz conhecido como “aura”. O próximo passo é verificar se o tratamento da enxaqueca com medicamentos reduz o risco cardiovascular.

Confira alguns sintomas da endometriose

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A doença pode surgir da primeira à última menstruação. As pacientes, em média, levam sete anos para receber o diagnóstico. Por isso, reconhecer os sintomas já na adolescência é essencial para ter mais qualidade de vida

Saiba como o estresse pode influenciar de forma negativa para engravidar

Pesquisa realizada pela Universidade de Ohio indica que mulheres vítimas de estresse têm mais chances de sofrer com dificuldades para engravidar. Saiba porquê

5 fatos sobre cervicite

Entenda as causas e como tratar a Cervicite

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1. É uma inflamação no colo do útero que atinge, principalmente, mulheres com idade entre 18 e 25 anos e pode provocar infertilidade.

2. A doença é adquirida por meio da proliferação desreguladade bactérias presentes na flora vaginal ou também na prática de relações sexuais sem ao cuidado de uma proteção adequada.

3. O problema normalmente é assintomático, mas algumas pacientes podem apresentar dor intensa no baixo ventre, secreção purulenta, febre, desconforto ao urinar e sangramento.

4. É possível preveni-la fazendo exames ginecológicos periódicos,como o Papanicolau. Além disso, manter bons hábitos de higiene, praticar exercícios e ter uma alimentação equilibrada ajudam a tornar o organismo mais resistente às bactérias.

5. Para tratar quadros graves usam-se antibióticos. Se a inflamação for comprovada, há restrição sexual e indicação de análise do parceiro.

Fique por dentro dos problemas nas trompas de falópio

Saiba quais são os tratamentos mais indicados para engravidar, quando o problema está nas trompas

As trompas de Falópio, também conhecidas como tubas uterinas, são de extrema importância no processo de fecundação. Elas são responsáveis pelo encontro entre espermatozoides e óvulo. Deste modo, caso haja algum tipo de obstrução ou lesão, a fecundação pode ser comprometida, o que impedirá a formação do embrião.

Infecções, miomas, endometriose, cirurgias na região abdominal e até doenças sexualmente transmissíveis, como gonorreia podem causar obstrução nas trompas uterinas”, completa o ginecologista Joji Ueno, Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês.

Se a mulher não consegue engravidar naturalmente após um ano de tentativa, é indicado investigar se há algum problema nas trompas uterinas. A origem do problema, sua gravidade e localização são os indicativos para o tratamento. “O diagnóstico acontece por meio de um exame chamado histerossalpingografia. É aplicado um contraste na região pélvica, e por meio de radiografias, o especialista vai observando toda a região”, detalha Ueno.

A tentativa de corrigir a obstrução não é uma garantia de sucesso para a gravidez. Em alguns casos, a paciente deve ser orientada a realizar um tratamento de fertilização in vitro (FIV). Segundo o médico, o procedimento possibilita que a fertilização ocorra em laboratório. “Neste caso, os óvulos são retirados do ovário e fertilizados (in vitro).

Após a fertilização, os embriões são transferidos para o útero, sendo que a gestação irá se desenvolver de forma normal”, explica.“É nas trompas que os gametas (óvulo e espermatozoides) se encontram, por isso possibilita a fertilização. Quando não há chances de corrigir os problemas diagnosticados nas trompas, o FIV é a melhor indicação, pois o procedimento apresenta as condições necessárias para que a fertilização se desenvolva fora do corpo”, finaliza o especialista.

Entenda tudo sobre câncer no ovário

Esse tipo de câncer é difícil de diagnosticar pela ausência de sintomas iniciais. Quando é detectado ainda restrito aos ovários, as chances de cura estão entre 80% – 85%. Saiba mais!

Como surge

O câncer de ovário é menos frequente, comparativamente aos demais tipos que afetam a saúde da mulher, e afeta principalmente mulheres acima de 60 anos. “Apresenta-se normalmente já em estado avançado porque, apenas quando o tumor cresce muito ou se espalha e provoca o surgimento de ascite (água na barriga), é que a paciente percebe que algo está errado e procura um médico”, constata Pupo Nogueira. Ele acrescenta que exames como o ultrassom não conseguem ajudar no diagnóstico precoce e os tratamentos atuais não atingem grau de eficiência tão elevado como no caso do câncer de mama. Segundo o médico, é o câncer ginecológico com a maior taxa de mortalidade e ainda de difícil prevenção.

De acordo com o ginecologista Levon Badiglian, existem várias hipóteses sobre os fatores que levam ao seu desenvolvimento. “Muito se fala hoje em dia sobre os genes BRCA 1 e 2, pois sabemos que as pacientes portadoras de mutações nesses genes têm alto risco de desenvolver câncer de ovário e/ou mama. Porém considera-se que tal mutação seja responsável por apenas 10% dos tumores malignos de ovário. Uma teoria bem aceita é a da ‘ovulação incessante’, que diz que a cada ovulação ocorre um trauma no epitélio ovariano seguido de cicatrização do ponto rompido. O fenômeno aumentaria a probabilidade do aparecimento de células malignas. A teoria encontra suporte no fato de que o uso de anticoncepcional oral por cinco a sete anos reduz a incidência de câncer de ovário.”

Formas de prevenir

O câncer de ovário pode ser prevenido com o uso de anticoncepcionais hormonais, avaliação médica rotineira e avaliação do risco pessoal por meio da análise do histórico familiar. Outro dado importante é que esse tipo de tumor é menos frequente em mulheres que tiveram gestações cedo, antes dos 28 anos de idade, e possuem mais de um filho.

Diagnóstico

Infelizmente, não existe um exame rastreador para a doença. O ultrassom ainda é a melhor alternativa, mas, de acordo com Levon Badiglian, tem suas limitações. Alguns estudos comprovaram que pacientes portadoras dos genes BRCA 1 e 2 mutados, mesmo quando acompanhadas semestralmente com ultrassom, quando fizeram a cirurgia, notaram que o câncer já estava avançado, invalidando o método como detector precoce. O diagnóstico é dificultado pela ausência de sintomas iniciais. “Quando conseguimos detectar o câncer ainda restrito aos ovários, conseguimos taxas de cura da ordem de 80%–85%, caindo para menos de 60% quando ultrapassa os ovários e menos de 30% quando está espalhada pela cavidade abdominal”, diz Pupo Nogueira.

Inovações a caminho

Para o câncer de colo uterino, o ginecologista do Sírio-Libanês afirma que as novidades mais recentes são cirurgia conservadora como a traquelectomia radical, que retira o colo doente preservando o corpo uterino e a fertilidade, e a quimioirradiação. Nesse tumor, também se pesquisam anticorpos monoclonais e vacinas. Outros avanços foram a poliquimioterapia, quimioterapia com múltiplas drogas, e a descoberta de novos agentes quimioterápicos que agem melhor sobre a doença. “Alguns métodos como a quimioterapia intraperitoneal, onde joga-se o quimioterápico diretamente sobre o tumor, dentro do abdome têm mostrado algum avanço no tratamento, porém ainda é uma doença muito frustrante para o médico que cuida da paciente e para a ciência como um todo”, finaliza o médico.

O que fazer para combater a depressão?

A expectativa pela chegada do bebê pode causar ansiedade o surgimento do medo de cuidar de alguém tão pequeno o que pode levar à um quadro de depressão pós-parto. Veja como os familiares e a futura mamãe podem fazer para combater esse mal

Toda aquela expectativa da chegada do bebê nem sempre é só flores, berços, ou mamadeiras. Muitas mamães, principalmente de primeira viagem não conseguem lidar com a angústia e ansiedade comuns do momento. É importante ficar atento às transformações comportamentais e psicológicas para que a magia da gravidez não seja substituída por uma fase de lágrimas e rejeição. A depressão pós-parto tem como sintomas a ausência de higiene, constante expressão de tristeza, facilidade de chorar e alterações graves no sono, humor e no apetite. Para impedir que a relação entre mãe e filho seja afetada, os familiares podem tomar alguns cuidados para ajudar a combater esse tipo de depressão. Confira:

Conversar e explicar para a mãe que se trata de uma mudança e que ela será capaz de cuidar bem do seu filho.

Deixar claro que a família a apoiará nesse momento, mas que um tratamento psiquiátrico é fundamental para o processo.

Mostrar que a medicação na depressão é tão importante quanto tomar remédios para uma gripe ou cuidar de uma perna quebrada

Pedir para que a mãe fale abertamente sobre os seus medos e pensamentos, sem se preocupar com julgamentos daqueles ao seu redor

Convidar a mãe para fazer parte de sua rotina. Solicitar a companhia dela para almoçar, fazer compras ou exercícios físicos.

Fazer com que a mulher ganhe conhecimento do seu problema. Dê a ela, livros, reportagens e textos.

Incentivar que a progenitora faça alguma atividade física periodicamente, para assim liberar endorfina, uma substância que é reduzida naqueles com depressão.

Apontar a importância do cuidado com a alimentação e dos benefícios de evitar alimentos que colaborem com o mal, como aqueles que são mais ricos em gorduras.

Estimular que ela tenha uma vida social e constantemente ativa, saindo com amigos, familiares, etc.

Contar os casos de pessoas conhecidas ou públicas que também enfrentaram o mal e conseguiram superar. Será uma forma de tranquiliza-las e expor que qualquer um pode passar pelo mesmo.

Aprenda a identificar 10 sintomas do câncer

Certas mudanças no organismo podem ser um alerta para o desenvolvimento de tumores. Veja como identificar os principais sintomas para barrar a evolução do câncer na saúde da mulher

1-Sangue na urina

O sintoma é mais frequente em mulheres com infecção urinária, que tenham sofrido trauma na região abdominal, e em esportistas. Entretanto, também pode aparecer em cânceres ginecológicos ou do trato urinário em estado avançado. “Nos tumores ginecológicos, pode acontecer do tumor crescer, comprimir e lesionar os tecidos próximos ao útero. Já nos tumores urinários, como bexiga e rins, o tumor pode crescer lesionar tanto tecidos próximos quanto à própria uretra, o que provoca sangramento”, pontua Fuser Jr. Nesse caso, o ideal é não postergar e procurar um ginecologista ou urologista imediatamente.

2- Cansaço

A fadiga é um sintoma inespecífico e pode estar relacionado a muitas doenças, de gravidades variadas. Na mulher, o cansaço pode ocorrer em situações de traumas emocionais a estresse no trabalho. “No caso do câncer, o cansaço costuma aparecer quando a doença está em estado avançado. Ele ocorre porque o organismo está debilitado,”, sintetiza o oncologista. A fadiga também pode ocorrer em estágios iniciais de leucemia, câncer de cólon ou estômago. Sendo assim, é indicado procurar um clínico geral para um check-up e ficar atenta a sintomas paralelos.

3-Mudança nas mamas

É um sintoma de alerta para o câncer de mama, mas outras doenças podem se manifestar desta maneira, como mastite, abscessos, fibromas e cistos. “A avaliação clínica de um médico é fundamental, pois também pode haver mudança da densidade mamária pelo ciclo menstrual e gestação”, esclarece Tiago Kenji Takahashi, oncologista do Hospital Santa Paula (SP). Em caso de câncer, a característica principal é ser um nódulo de crescimento progressivo, e endurecido. Pode ainda ocorrer vermelhidão e ulceração de pele. “Além dos sintomas locais, o câncer pode ter manifestação sistêmica, como inchaço em gânglios axilares, no pescoço, dor óssea e emagrecimento. Sendo assim, o ideal é procurar um mastologista, ginecologista ou oncologista clínico”, completa o especialista.

4- Tosse com sangue

É um sintoma típico de tuberculose, mas também pode significar câncer numa área específica do pulmão. “O tumor na luz do brônquio provoca atrito e machuca, levando ao sangue”, justifica o oncologista Takahashi. Nesse caso, procure um médico imediatamente. Ele provavelmente solicitará radiografia e uma broncoscopia (espécie de endoscopia do brônquio) para tirar a dúvida.

5- Dificuldade de engolir

É um sintoma relacionado a várias causas “benignas”, como faringite, aftas ou infecção de vias aéreas. Mas quando se torna persistente, o ideal é correr para um otorrinolaringologista, que pode solicitar endoscopia ou raio-x. “O problema pode ser indício de câncer de esôfago, órgão muscular que fica entre a boca e o estômago. Inicialmente, a doença se manifesta por dificuldades em engolir alimentos sólidos. Depois são os pastosos até evoluir para líquidos”, descreve Leandro Ramos, oncologista da Oncomed BH (MG). O câncer de faringe é comum em tabagistas, que precisam fazer endoscopias periódicas para conseguir diagnosticar o problema precocemente.

6- Placas na boca

“Aftas” que não saram ou placas esbranquiçadas ao longo da boca devem ser investigadas. Elas são indícios de câncer de boca ou de leucoplaquia, que pode caminhar para a doença. “As placas são pré- -malignas e tratáveis. Podem ser identificadas por um dentista ou pelo otorrinolaringologista”, sugere Ramos. O câncer de boca pode ainda vir acompanhado de outro sintoma: ínguas no pescoço. Fique atenta!

10 -Alterações na pele

Inflamações, infecções, alergias e reações a medicamentos podem provocar alterações na pele. Mas se a mudança durar algumas semanas após ser notada, vale a pena procurar um dermatologista para investigar a causa. “Além dos tumores de pele, praticamente todos os tumores sólidos podem progredir e apresentar uma manifestação na pele, mas não é comum. Tumor de mama, colón, pulmão, hematológicos, linfomas e leucemias são alguns deles”, lista Ana Paula Garcia Cardoso, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP). Há ainda lesões que acompanham o câncer, mas não são propriamente a doença. São as chamadas síndromes paraneoplásicas. “Essas manifestações são diversas. Desde uma vermelhidão na pele, um processo inflamatório, até uma ulceração ou edemas que não passam despercebidos”, alerta a médica.

Saiba mais sobre o mioma uterino

Os fibromas não estão associados ao risco de câncer e são cada vez mais tratáveis. Entenda tudo sobre a doença

Os médicos normalmente costumam comemorar o quanto as mulheres são mais sintonizadas com sua saúde do que os homens. Normalmente são elas que estão atentas a sintomas, vão ao consultório e fazem seus exames com mais periodicidade. O resultado é que, agindo assim, identificam problemas mais cedo. Porém, nem tudo são flores. Muitas mulheres não sabem o que são os miomas, embora ele seja um problema que acomete cerca de 80% da população feminina em idade reprodutiva.

E você, se inclui nessa lista? Para quem não sabe, os miomas são tumores que crescem no útero e são classificados conforme o local em que eles crescem. Eles são benignos, ou seja, não se transformam em câncer. Mas não se engane: eles podem causar outros problemas para a saúde da mulher. “Os sintomas causados pelos miomas, como sangramento menstrual excessivo, cólicas, dor na relação sexual, aumento do volume abdominal, aumento da frequência urinária e infertilidade, podem levar a uma série de impactos emocionais na vida da mulher, gerando perda progressiva da qualidade de vida”, explica o ginecologista Michel Zelaquett (RJ).

AS POSSÍVEIS CAUSAS

Não se sabe ao certo o que pode causar o problema. “Os miomas parecem responder ao hormônio feminino estrogênio e progesterona. Algumas mulheres têm genes específicos que podem predispô-los”, explica a ginecologista Bárbara Murayama, especializada em histeroscopia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por isso mesmo, eles podem aparecer em qualquer mulher em idade reprodutiva, dos 20 aos 50 anos.

Entretanto, alguns estudos mostram que fatores ligados ao estilo de vida, como má alimentação, carência de vitamina D, sedentarismo e obesidade favorecem o aparecimento e crescimento desses tumores. Além disso, mulheres com histórico familiar de mioma, de pele negra, que tiveram a primeira menstruação antes dos 10 anos e nunca engravidaram ou tiveram gestações que duraram menos de 20 semanas, têm mais chances de apresentar o problema, lista Bárbara.

TRATAR É PRECISO

O mioma é muito mais comum em mulheres na faixa dos 40 e 50 anos, mas sua incidência está crescendo cada vez mais entre mulheres de 20 a 25 anos. Essa particularidade indica que elas terão que conviver com os tratamentos por maior tempo. Afinal os miomas só dão trégua após a menopausa. Além disso, há a questão da possível perda da fertilidade. “Este dado se torna ainda mais preocupante porque a grande maioria dessas mulheres não possuem filhos e, muitas vezes, só pretendem tê-los após a conclusão dos estudos ou quando atingirem estabilidade profissional e financeira”, explica o ginecologista Zelaquett.

Alguns miomas podem ser assintomáticos, mas todos merecem atenção. “Normalmente são pequenos e descobertos por meio de uma ultrassonografia de rotina. Na maioria dos casos podemos adotar uma conduta médica dita expectante, em que apenas acompanhamos o mioma, se ele irá se desenvolver ou não, através de exames periódicos”, explica o ginecologista Mário Vicente Giordano, membro da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ).

As chances de o problema afetar uma possível gestação aumentam com a idade. E é preciso ter atenção ao tratamento adotado. Por exemplo, se o médico escolher retirar o útero, certamente a mulher não poderá ter filhos. Felizmente, esse tratamento não é mais a única opção, ao contrário do que muitos médicos ainda pensam. Atualmente, as melhores práticas médicas sugerem a preservação do útero no tratamento do mioma.

por Kelly Miyazato

Fotos: Shutterstock | Reprodução

Fonte:Mário Vicente Giordano,ginecologista membro da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ).

Zelaquett. ginecologista Bárbara Murayama, ginecologista especializada em histeroscopia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

Ana Paula Garcia Cardoso, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Leandro Ramos, oncologista da Oncomed BH (MG).

Takahashi oncologista

Tiago Kenji Takahashi, oncologista do Hospital Santa Paula (SP)

Transcrito:http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/home/10-dicas-para-saber-sintomas-prevenir-e-tratar-as-doencas-femininas/6020/

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